quinta-feira, 1 de setembro de 2011

A música de hoje

Linda. <3

Good Old War!

http://www.youtube.com/watch?v=l9vFKJ2JWN4

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Estrelas

Dessas trilhares de estrelas do céu, eu te encontrei e ganhei o céu.
( o céu de uma só estrela).

Abraço

Abraço especial é carinho na alma e cócegas no coração.

Demorei anos (parte 2)

Primeiro:http://cincominutosparaler.blogspot.com/2010/11/demorei-anos.html


Eu demorei anos para descobrir que nós não temos o mínimo controle sobre nada.
E auto-controle nada mais é do que um perfeito equilíbrio em aceitar isso em paz.

Eu demorei anos para saber que algumas pessoas existirão pra sempre em nossas vidas. Elas fazem parte do que chamamos de família.
E sim, família é o que mais se aproxima do amor - eterno - e do perdão obrigatório.


Eu demorei anos para notar que algumas coisas ficam pequenas do tamanho de uma formiga. Não necessariamente precisamos amadurecer para notar isso. É culpa do tempo. Quanto mais o tempo passa, menores os problemas parecem ser. (e quando os problemas viram formigas, já sabe: não tem com que se preocupar, afinal, formigas já trabalham sozinhas e conseguem se virar muito bem).


Demorei anos para notar que algumas singularidades nos tornam crianças para sempre. Mas o que vai fazer a gente ser adulto mesmo com jeito de criança é saber separar as coisas:
o lado criança deve representar as nossas qualidades. E nunca nossos defeitos. Se for o defeito, aí sim, estaremos encrencados.

Demorei anos para notar que ser pessimista é só uma forma de fingir que somos auto-suficientes. Mas para felicidade, isso não é suficiente.

Demorei anos para notar que os momentos mais felizes deixam lembranças que viram presentes. Se você passou o dia com alguém e teve minutos marcantes a ponto de saber como dar um presente a ela, parabéns. Você chegou na "caixinha" da lembrança.

Eu demorei anos para saber que a música, a chuva, o sol e as estrelas fazem parte da alma. E fechar a janela para não deixar a chuva entrar não é abdicar de estrelas. É só um cuidado de enxugar as lágrimas e esperar o sol chegar.

Eu demorei anos para descobrir que a maior dor do mundo não é prender o dedo na janela. E sim é que ela fique fechada pra sempre, a ponto de não deixar a dor passar.
Quanto mais velho ficamos, mais abstratas são as dores.

Eu demorei anos para descobrir que é possível amar o que não conhecemos, apenas quando isso permite que nos conheçamos mais e mais.

Eu demorei anos para descobrir que meus maiores sonhos não vão conduzir a minha vida.
A minha vida, essa sim, é que vai conduzir os meus sonhos. E ter a capacidade de mudar, aceitar e encarar pode trazer realização e felicidade.
E sendo bem honesta: realização pode significar um sonho que nem eu sabia que existia.

Demorei anos para descobrir que o coração é um pequeno milagre. E ouvir um pequeno coração bater é a maior emoção que pode existir. ( mesmo sem existir, de fato)

(tudo virou formiga)


Eu demorei anos para descobrir que o amor é um milagre. Só ele transforma a vida e é capaz de colocar todas as estrelas dentro do coração.

(por isso que demorei anos para descobrir que um coração cheio de amor é capaz de iluminar a vida).

<3

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Você



Que eu ainda não sei como é. Mas sei que vai ser meu primeiro amor.

Primeiro amor aos 27 anos não é muito comum.

Mas dizem que os maiores amores são assim: chegam sem avisar e a gente ama profundamente.

Porque é para você que agora dedicarei tudo que escrevo.

O carinho mais puro.

A ternura.

O sono mais tranquilo.

O seu. Não, o meu.

Porque agora, tenho dois corações.

E um deles é bem grande pra confortar o seu.

Porque agora, não tenho mais nada.

É tudo teu.


<3 (bb)

De Mari para mim :)

mari para mim

<3

'tem vez que as coisas pesam mais do que a gente acha que pode aguentar
nessa hora fique firme, pois tudo isso logo vai passar
você vai rir, sem perceber, felicidade é só questão de ser.
quando chover, deixar molhar pra receber o sol quando voltar.'

(felicidade - Marcelo Jeneci)

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Origami

Foi com papel, cola e tesoura que Marina montou um novo coração pra ela.
Desde o último amor, nunca mais tinha sentido seu coração.
Fez terapia, acupuntura e até tentou natação. Mas nada deu certo.
No fim, chegou à conclusão que ele havia se desintegrado em pequenos pedaços que jamais poderiam ser colados.
Bem que podia ter acontecido a laser. Dizem que essas coisas modernas são mais rápidas e menos dolorosas.
Mas não. Foi estilhaçado mesmo, igual à janela quebrada por bola de futebol de menino desastrado. ( de preferência, em história em quadrinhos).
Por sinal, o menino que fez isso com seu coração tinha uma bola, um péssimo futebol e várias janelas estilhaçadas em seu currículo.
Daí, Marina, pensativa que era, fez metáfora pro coração:
A falta de talento com janelas deve significa falta de talento com coracões.
Mas tudo bem. Sorte dela que podia fazer aula de artes e brincar de cola, papel e tesoura.
Há quem diz que um coração partido nunca mais volta a ser o mesmo.
Já a menina preferia pensar que não tinha um coracão partido: e sim um coracão repartido em vários novos prazeres que foi obrigada a descobrir.
Afinal, ela precisava de alguma distração pra sentir menos dor.
Foi assim, por exemplo, que descobriu o fim de tarde no telhado. Ou descobriu que o brilho da maçã argentina no escuro, tinha um efeito lindo numa foto com flash.
Parecia um novo planeta. Parecia mais uma descoberta da menina de novos prazeres. Aliás, a própria aula de artes era um novo prazer. Recortar e colar coração também.
O que a menina ainda não conseguia descobrir era como poderia fazer um coração de papel bater.
Pensou, pensou.

E não teve nenhuma idéia, além de vários papéis em branco descartados na pequena lixeira do seu quarto.

Tentou recortar e colar um tambor. Mas ele era mais silencioso que a casa da sua avó de madrugada.

Nada parecia dar certo. No fim de tudo, resolveu se conformar com seu novo coração de papel com tambor silencioso. Pelo menos assim, ninguém podia se escutar.
E ela poderia fazer o que mais gosta: se esconder.

Até que um dia, numa dessas aulas de artes divertidas, um menino fofo pediu o coração de papel. E mal sabendo pra que servia, fez a pergunta mais ingênua e doce do mundo:
“Posso escrever meu nome nesse coração? É pra testar a caneta”.

Bom, parece que a caneta era eficiente. Porque até hoje, o coração de Marina bateu mais forte.

(e o menino escutou).

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Filme.

"Ao vê-la indo embora, Ray sentiu uma perda. Como é possível ele, sofrer por uma mulher que manteve à distância, justamente, para ele não sentir falta dela quando fosse embora? Só então percebeu o quanto querer só uma parte dela fez os dois sofrerem. E como não podia justificar seus atos, exceto por... a vida é assim".

filme lindo. foi uma surpresa. :~



(a garota da vitrine): http://www.adorocinema.com/filmes/garota-da-vitrine/

sábado, 9 de julho de 2011

a cada

a cada amor, morre um pouco da gente.
e a cada novo amor, morre uma dor da gente.

terça-feira, 5 de julho de 2011

E lágrima?

Melancolia: essa tristeza sutil. Sutileza: essa beleza na melancolia. Tristeza: essa melancolia sem beleza.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Desabafo

escrever é sentir o coração na ponta dos dedos.

Perdoar

perdoar é reciclar carinho.

E depois das cartas?

Todos os posts de amor são ridículos. Não seriam posts de amor se não fossem. Ridículos.

fugindo...

minha saudade acaba de cometer suicídio.

Marcador de Livro

tudo passa, mas tudo fica.