Essa alegria que você sente explodindo com a proximidade, mesmo que tenha motivos para chorar.
Essa paz que invade o coração e deixa o mar tão calmo.
Essa força que se transforma em amor.
Essa luz que já posso ver e posso sentir.
"não estou cabendo em mim".
<3
quinta-feira, 1 de março de 2012
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Um pequeno coração
Filho,
Falta pouco para deixarmos de ser um só. Isso poderia soar como uma carta de despedida, afinal, daqui a pouco você e eu não seremos um só coração, dividindo emoções que foram intensas.
Mas talvez, essa seja a única despedida que vem como motivo de alegria: vou poder abraçar você, esquentando com minhas próprias mãos. Vou poder apertar sua bochecha e beijar o seu pé.
Imagino que eles tenham tons de rosa. Assim como meu coração vai voltar a ser: rosinha, em um tom de criança, porque nesse dia, estarei nascendo de novo.
Estaremos nós dois nascendo para um mundo. Que espero, eu finalmente, seja colorido.
Faz alguns meses que não vejo cores. Que tudo parece cinza e você é meu único motivo, minha única força, minha única luz.
Por isso, descobriremos juntos esse mundo novo, repleto de doces e delicados sons, chocalhos, de vida e sorrisos.
Através de você, vou nascer de novo como mulher e pela primeira vez como mãe.
Uma mãe de verdade, apesar de tudo o que já me disseram, o quanto já me machucaram. Uma mãe com uma espadinha no coração, de tão forte que vai ser.
Filho, você, mais do que eu, sabe o quanto esses 9 meses foram difíceis. Intensos, dolorosos, profundos ao máximo volume. Vi morrer tanta coisa... Mas talvez seja necessário. É a morte que precede a mais preciosa da vida.
Te peço perdão por muita coisa. Coisas que só você sabe o quanto são irrelevantes. O quanto não passam de infundadas acusações, quando a gente, por amor é capaz de mover o mundo.
E eu movi o mundo para trazer você. Encarei desafios. Enfrentei medos. Convivi com a solidão. Hoje, estamos só nós dois, exatamente quando começamos. Lembra do que eu já conversava com você, quando ainda era apenas um coração?
Nossa cumplicidade comecou ali. E sabe o que é mais engraçado? Cuidei de ti, te dei amor. Você, hoje, é bem grandinho... Já eu... voltei a ser pequena.
Eu voltei a ser apenas um pequeno coração. Exatamente aquele que você era. As pessoas ( mas só aqueles que não sabem nada de profundidade e intensidade de carregar um filho) acham que bebês são frágeis. Mentira. Você é mais forte que eu, meu amor.
Porque te transformei em um guerreiro. Te dei toda a minha força.
E talvez, um dia eu reconheça que ser apenas um pequeno coração seja a melhor coisa do mundo.
Hoje, é você que me protege do mundo. Você que me embala para dormir depois de atitudes dolorosas de quem a gente tanto aprendeu a amar nesses meses. É o som do teu amor.
É você que carrega o meu coração, assim como sempre carreguei o seu. Muito antes de você existir.
Como falei: sou pequena. Pequena diante da dimensão de tudo isso. Pequena diante de um amor tão grande que chega a assustar. Que nos coloca contra a parede, dando a sensação que não vai existir amanhã.
Mas sabe de uma coisa: vai existir um amanhã. E ele está mais próximo do que nunca.
Não estamos sós. A esperança nos faz companhia e vai seguir com a gente até o momento de ouvir seu chorinho: o primeiro de muitos.
Meu coração ainda vai crescer. E sabe de alguma coisa? Não vou me despedir de você. Seremos sempre um só.
E já posso sentir: meu coração estará sempre fora do peito. Por você e para você.
Vamos conseguir pintar esse mundo.
Te amo, leãozinho. E seja bem-vindo. Estou esperando muito por você! Não precisa mais demorar. :)
beijo da mamãe do pequeno coração.
Falta pouco para deixarmos de ser um só. Isso poderia soar como uma carta de despedida, afinal, daqui a pouco você e eu não seremos um só coração, dividindo emoções que foram intensas.
Mas talvez, essa seja a única despedida que vem como motivo de alegria: vou poder abraçar você, esquentando com minhas próprias mãos. Vou poder apertar sua bochecha e beijar o seu pé.
Imagino que eles tenham tons de rosa. Assim como meu coração vai voltar a ser: rosinha, em um tom de criança, porque nesse dia, estarei nascendo de novo.
Estaremos nós dois nascendo para um mundo. Que espero, eu finalmente, seja colorido.
Faz alguns meses que não vejo cores. Que tudo parece cinza e você é meu único motivo, minha única força, minha única luz.
Por isso, descobriremos juntos esse mundo novo, repleto de doces e delicados sons, chocalhos, de vida e sorrisos.
Através de você, vou nascer de novo como mulher e pela primeira vez como mãe.
Uma mãe de verdade, apesar de tudo o que já me disseram, o quanto já me machucaram. Uma mãe com uma espadinha no coração, de tão forte que vai ser.
Filho, você, mais do que eu, sabe o quanto esses 9 meses foram difíceis. Intensos, dolorosos, profundos ao máximo volume. Vi morrer tanta coisa... Mas talvez seja necessário. É a morte que precede a mais preciosa da vida.
Te peço perdão por muita coisa. Coisas que só você sabe o quanto são irrelevantes. O quanto não passam de infundadas acusações, quando a gente, por amor é capaz de mover o mundo.
E eu movi o mundo para trazer você. Encarei desafios. Enfrentei medos. Convivi com a solidão. Hoje, estamos só nós dois, exatamente quando começamos. Lembra do que eu já conversava com você, quando ainda era apenas um coração?
Nossa cumplicidade comecou ali. E sabe o que é mais engraçado? Cuidei de ti, te dei amor. Você, hoje, é bem grandinho... Já eu... voltei a ser pequena.
Eu voltei a ser apenas um pequeno coração. Exatamente aquele que você era. As pessoas ( mas só aqueles que não sabem nada de profundidade e intensidade de carregar um filho) acham que bebês são frágeis. Mentira. Você é mais forte que eu, meu amor.
Porque te transformei em um guerreiro. Te dei toda a minha força.
E talvez, um dia eu reconheça que ser apenas um pequeno coração seja a melhor coisa do mundo.
Hoje, é você que me protege do mundo. Você que me embala para dormir depois de atitudes dolorosas de quem a gente tanto aprendeu a amar nesses meses. É o som do teu amor.
É você que carrega o meu coração, assim como sempre carreguei o seu. Muito antes de você existir.
Como falei: sou pequena. Pequena diante da dimensão de tudo isso. Pequena diante de um amor tão grande que chega a assustar. Que nos coloca contra a parede, dando a sensação que não vai existir amanhã.
Mas sabe de uma coisa: vai existir um amanhã. E ele está mais próximo do que nunca.
Não estamos sós. A esperança nos faz companhia e vai seguir com a gente até o momento de ouvir seu chorinho: o primeiro de muitos.
Meu coração ainda vai crescer. E sabe de alguma coisa? Não vou me despedir de você. Seremos sempre um só.
E já posso sentir: meu coração estará sempre fora do peito. Por você e para você.
Vamos conseguir pintar esse mundo.
Te amo, leãozinho. E seja bem-vindo. Estou esperando muito por você! Não precisa mais demorar. :)
beijo da mamãe do pequeno coração.
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
coração
meu coração. essa rima sem verso.
sem nexo.
esse salto do peito: sobressalto.
meu coração. esse pulo de alegria.
essa pancada de tristeza.
que bate.
meu coração:
essa poesia que nunca sai do peito.
sem nexo.
esse salto do peito: sobressalto.
meu coração. esse pulo de alegria.
essa pancada de tristeza.
que bate.
meu coração:
essa poesia que nunca sai do peito.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Caio F. de Abreu
"Ela é uma moça de poses delicadas, sorrisos discretos e olhar misterioso. Ela tem cara de menina mimada, um quê de esquisitice, uma sensibilidade de flor, um jeito encantado de ser, um toque de intuição e um tom de doçura. Ela reflete lilás, um brilho de estrela, uma inquietude, uma solidão de artista e um ar sensato de cientista. Ela é intensa e tem mania de sentir por completo, de amar por completo e de ser por completo. Dentro dela tem um coração bobo, que é sempre capaz de amar e de acreditar outra vez. Ela tem aquele gosto doce de menina romântica e aquele gosto ácido de mulher moderna."
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Para você, o melhor de mim.
Para você guardei o amor que eu nem pensava em existir. E agora me pergunto: como esse amor, de tão grande, conseguiu ficar escondido por tanto tempo?
Não caberia em uma caixinha. Nem muito menos em uma gaveta. Trancada para não ir embora junto ao vento. E mesmo que coubesse em uma gaveta, ele não mereceria fazer companhia a solitárias cartas amareladas de amigos, ou quem sabe, de amores do passado. O que são esses amores perto de você, a maior carta que, mesmo ainda em branco, já escrevi?
Porque foi para você que guardei o melhor de mim. É como se a gente escolhesse uma música que ama e ela só tivesse o refrão. Isso mesmo: sua música preferida e a melhor parte dela, tocando sem parar. É assim que posso definir o melhor de mim.
Ou se fosse possível escolher sonhos em um jukebox. Sonhos doces de uma linda melodia. Cada noite escolheria um tom diferente para embalar o sono. Assim como um dia vou embalar você.
Dançando: talvez aí esteja o meu melhor. Dançando comendo brigadeiro de bolinha colorida no chão cheio de poeira de casa. Talvez algum vizinho de longe enxergue e ache engraçado.
Só que mais engraçado ainda é a camisa branca, grande, sem graça combinando com meu melhor sapato: os pés no chão.
Porque é assim que vejo o melhor de mim.
Talvez eu também encontre um pedaço do "meu melhor" em um banquinho de praça, junto a um pipoqueiro velhinho, brincando de enrolar algodão-doce.
E mais uma vez penso em você: podia ser você, uma doce ternura, sendo enrolado em uma pequena manta de algodão. E mais uma vez sinto amor.
Sinto como se pudesse estar no céu, pintando todas as nuvens de azul. Porque nos seus desenhos, as nuvens tem que ser azuis. Ou já viu lápis "colorido" que seja branco ter alguma graça?
Talvez você ria disso e seja uma risada tão gostosa que vai fazer cócegas no meu coração. E que fique bem claro: vai ser a primeira vez na vida que vou ver risada fazendo cócegas. Geralmente, acontece o contrário.
E mais uma vez descubro o melhor de mim: cócegas no pé. Isso não é divertido, mas é um segredo tão grande como o meu coração.
Agora que já amo você, não temos mais segredos. Você acabou de descobrir que guardei esse tempo todo, todo meu amor, exatamente no coração. Afinal, não existe gaveta que guarde mais lembranças do que essa.
E como um amor tão grande conseguiu ficar guardado tanto tempo no meu pequeno coração?
Por você, meu bebê, eu tento ser muito melhor. E para isso, o meu coração precisa ser tão grande quanto o nosso amor.
Não caberia em uma caixinha. Nem muito menos em uma gaveta. Trancada para não ir embora junto ao vento. E mesmo que coubesse em uma gaveta, ele não mereceria fazer companhia a solitárias cartas amareladas de amigos, ou quem sabe, de amores do passado. O que são esses amores perto de você, a maior carta que, mesmo ainda em branco, já escrevi?
Porque foi para você que guardei o melhor de mim. É como se a gente escolhesse uma música que ama e ela só tivesse o refrão. Isso mesmo: sua música preferida e a melhor parte dela, tocando sem parar. É assim que posso definir o melhor de mim.
Ou se fosse possível escolher sonhos em um jukebox. Sonhos doces de uma linda melodia. Cada noite escolheria um tom diferente para embalar o sono. Assim como um dia vou embalar você.
Dançando: talvez aí esteja o meu melhor. Dançando comendo brigadeiro de bolinha colorida no chão cheio de poeira de casa. Talvez algum vizinho de longe enxergue e ache engraçado.
Só que mais engraçado ainda é a camisa branca, grande, sem graça combinando com meu melhor sapato: os pés no chão.
Porque é assim que vejo o melhor de mim.
Talvez eu também encontre um pedaço do "meu melhor" em um banquinho de praça, junto a um pipoqueiro velhinho, brincando de enrolar algodão-doce.
E mais uma vez penso em você: podia ser você, uma doce ternura, sendo enrolado em uma pequena manta de algodão. E mais uma vez sinto amor.
Sinto como se pudesse estar no céu, pintando todas as nuvens de azul. Porque nos seus desenhos, as nuvens tem que ser azuis. Ou já viu lápis "colorido" que seja branco ter alguma graça?
Talvez você ria disso e seja uma risada tão gostosa que vai fazer cócegas no meu coração. E que fique bem claro: vai ser a primeira vez na vida que vou ver risada fazendo cócegas. Geralmente, acontece o contrário.
E mais uma vez descubro o melhor de mim: cócegas no pé. Isso não é divertido, mas é um segredo tão grande como o meu coração.
Agora que já amo você, não temos mais segredos. Você acabou de descobrir que guardei esse tempo todo, todo meu amor, exatamente no coração. Afinal, não existe gaveta que guarde mais lembranças do que essa.
E como um amor tão grande conseguiu ficar guardado tanto tempo no meu pequeno coração?
Por você, meu bebê, eu tento ser muito melhor. E para isso, o meu coração precisa ser tão grande quanto o nosso amor.
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Amor às quatro da tarde.
Tem dias que você se sente uma bolhinha de sabão.
Não importa o quanto é insignificante para o mundo. Porque o mundo vai parar para ver você.
Vai soltar um sorriso.
Vai se alegrar e talvez pensar que aquele foi o momento mais gostoso do dia.
Mas é preciso ser leve para ser uma bolhinha de sabão.
é preciso ter o coração disposto a voar, mesmo sem asas.
Voar sem asas é um milagre tão grande quanto parar para ver o mundo, na terça, às 16 da tarde.
E não importa quantas vezes você estoure a bolhinha.
ela vai se renovar, multiplicar, colorir e arrancar sorrisos só por esse ritual.
E se você reparar direitinho, ela vai refletir a sua imagem.
Com um pouco de sorte, refletir também o sorriso de quem está perto de você.
e vai continuar flutuando.
Dançando e dando cor ao vento.
Aliás: vai chamar o vento para dançar.
E convenhamos: dançar sem música não é lá um ritmo tão fácil.
Mss quem disse que o amor precisa de música para dançar?
Não importa o quanto é insignificante para o mundo. Porque o mundo vai parar para ver você.
Vai soltar um sorriso.
Vai se alegrar e talvez pensar que aquele foi o momento mais gostoso do dia.
Mas é preciso ser leve para ser uma bolhinha de sabão.
é preciso ter o coração disposto a voar, mesmo sem asas.
Voar sem asas é um milagre tão grande quanto parar para ver o mundo, na terça, às 16 da tarde.
E não importa quantas vezes você estoure a bolhinha.
ela vai se renovar, multiplicar, colorir e arrancar sorrisos só por esse ritual.
E se você reparar direitinho, ela vai refletir a sua imagem.
Com um pouco de sorte, refletir também o sorriso de quem está perto de você.
e vai continuar flutuando.
Dançando e dando cor ao vento.
Aliás: vai chamar o vento para dançar.
E convenhamos: dançar sem música não é lá um ritmo tão fácil.
Mss quem disse que o amor precisa de música para dançar?
Arco-íris
Antes de você chegar, o mundo era cinza e nublado.
Mas foi preciso a gente chorar.
E foi preciso o céu soltar lágrimas de chuvas para que a gente pudesse ver as cores.
O nosso arco-íris chegou.
Mas foi preciso a gente chorar.
E foi preciso o céu soltar lágrimas de chuvas para que a gente pudesse ver as cores.
O nosso arco-íris chegou.
Let it be
"And when the night is cloudy
There is still a light that shines on me
Shine on until tomorrow
Let it be"
There is still a light that shines on me
Shine on until tomorrow
Let it be"
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Sorte
Mais um texto lindo de Rose:
http://www.papodebercario.com.br/mae-eu/
"Eu tenho certeza absoluta que quem tirou a sorte grande fui eu".
http://www.papodebercario.com.br/mae-eu/
"Eu tenho certeza absoluta que quem tirou a sorte grande fui eu".
há um lugar
Há um lugar em que o silêncio completa o som do coração batendo mais forte.
Há um lugar em que sorriso de canto de boca significa carinho.
Há um lugar em que o tempo para no instante em que a felicidade vira o ponteiro de tua vida.
Há um lugar em que quero te encontrar, perto pra mim.
Mas longe para você.
há um lugar em que a felicidade é tão concreta que posso segurar como um presente.
Um presente que ganhei, parece que vindo dos céus.
Há um lugar que o sorriso transforma eu e você em pequenos balões coloridos de festa.
Porque o sorriso tira o peso do coração e nos faz voar.
Voar para longe?
Ou perto. É relativo, quando estamos falando do céu.
Há um lugar em que posso roubar alguma estrela e colocar no teu quarto, como livro de cabeceira que nunca apaga.
Como criado-mudo.
Mudo, como o silêncio, que nos completa.
e no silêncio que escutei teu coração pela primeira vez.
Há um lugar. Estou indo pra lá... :)
Há um lugar em que sorriso de canto de boca significa carinho.
Há um lugar em que o tempo para no instante em que a felicidade vira o ponteiro de tua vida.
Há um lugar em que quero te encontrar, perto pra mim.
Mas longe para você.
há um lugar em que a felicidade é tão concreta que posso segurar como um presente.
Um presente que ganhei, parece que vindo dos céus.
Há um lugar que o sorriso transforma eu e você em pequenos balões coloridos de festa.
Porque o sorriso tira o peso do coração e nos faz voar.
Voar para longe?
Ou perto. É relativo, quando estamos falando do céu.
Há um lugar em que posso roubar alguma estrela e colocar no teu quarto, como livro de cabeceira que nunca apaga.
Como criado-mudo.
Mudo, como o silêncio, que nos completa.
e no silêncio que escutei teu coração pela primeira vez.
Há um lugar. Estou indo pra lá... :)
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Borboletas no estômago
É tudo isso que sinto quando você mexe.
é por isso que o amor provoca essa sensação.
é por isso que o amor provoca essa sensação.
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terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Transformação - O maior post do ano.
(post que serviu como inspiração para eu fazer "minha caixinha":
http://www.janajoanajocker.blogspot.com/#!/2011/12/caixinha-de-mae.html)
Mãe: teoricamente a pré-fase em que tudo é cor-de-rosa. Mesmo que você esteja esperando um lindo menininho, repleto de tons de azuis.
Mas o que não sabemos é que a difícil arte de ser mãe já começa a ser difícil e ser arte muito antes de se realizar.
Não tenho autoridade para falar das dores e prazeres. Nem ainda segurei meu filho. Nem vi o rostinho mais rosado e bochechudo nascer.
Mas o que sei é que se “ser mãe” é realmente padecer no paraíso. Às vezes é necessário, muito antes, padecer, para assim, entrar no paraíso.
É essa a caixinha que tenho guardado por meses. Aprendizados. Lutas. Recomeços. Nenhum dia tem sido igual ao outro. Das emoções às surpresas de sentir o neném mais sapeca do mundo dar os seus primeiros pulos.
E que difícil são as emoções: a gente literalmente, padece. Claro. Nem toda experiência é igual. Aqui falo em tons que não são rosas. Talvez verdes, porque passei a detestar o azul ( e tenho motivos). E verde é esperança. Verde é meu Tiago.
O paraíso é verde, meu filho. Mas ninguém disse que ele é um sonho, em que de repente se abre os olhos e se vive entre sorrisos e calmaria.
No meu caso, foi longe de ser calmaria. Primeiro a total falta de chão.
Segundo, a pior fase: a queda. E ai, como doeu. Como as decepções ensinaram.
Como o chão é frio, machuca – assim como as pessoas - e dói.
Mas a boa notícia é que é uma fase. Assim como dividimos o nosso calendário em semanas, assim ficam nossos sentimentos. Semanalmente mudando.
Olhamos para a “décima sexta semana” e pensamos: parece que foi o ano passado. Tamanha é a transformação que essa viagem “gravídica” provoca na alma.
Parece que foi ontem que eu me deslumbrava entre roupinhas e imaginava um bebê como um sonho muito distante da realidade.
Parece que era ontem que eu não poderia decidir sobre meu próprio parto. Ou que eu achava que era o fim do mundo gerar um sentimento tão intenso de forma praticamente, sozinha.
Mas no fundo, estamos sós. Sempre. Sós nessa transformação para dentro de nós mesmos. A barriga cresce. Mas é o coração que se dilata.
Ainda não tenho uma caixinha que fala sobre a emoção de carregar um bebê. Ou das descobertas que só a intuição materna pode trazer.
Mas a intuição vem antes da maternidade. Antes, quando sonhei que estava grávida – na época em que mais que suspeita, isso era apenas medo – e realmente era verdade. Sonhei com um bebê perdido.
Verdade que sonhos esquisitos são recorrentes na gravidez. Esses mesmo que desenham nenéns que nascem antes do tempo . Pudera. Existe uma mãe nascendo “antes do tempo”, mas será?
E agora? Falei de duras penas. Falei de não ter chão. E falei da segunda fase de cair no chão.
Mas o que falta para entrar em uma nova fase? Uma nova etapa ainda contadas em semanas, e para ser clichê, um novo ano, em que já posso deslumbrar o paraíso de onde estou?
É difícil, mas dá para fazer um esforço.
Porque ser mãe é fazer o possível para ser uma pessoa melhor. Se perdemos o chão, aprendemos a voar. Não como super-heroínas que tentamos ser.
Somos mais do que nunca, nós mesmas. Porque já não dá para esconder sentimentos o tempo inteiro. Já não dá para aceitar quem diz “ não chore porque seu filho sente”. Você não sabe do que está falando…
Eu já sentia. Não é verdade. Meu filho sente quem eu sou. Meu filho me escolheu e sabe que juntos vamos nos fortalecendo. E pra que esconder o que temos de mais digno que é um sentimento?
Não dá para chegar ao paraíso sem antes viver cada alegria. Cada lágrima.Cada dificuldade. Faz parte da nossa história enfrentar. Não somos nós mesmos quando fugimos.
Cheguei em uma nova fase. Tá quase lá. É quase uma borboleta. O caminho está ficando cada vez mais verde, e consequentemente, mais puro.
Já não sinto nenhum chão. De novo? Posso apenas estar deslumbrando um novo vôo. E aprender a voar, ai, machuca.
Mas se já padeci, é porque conquistei a força de ser mãe. Agora, é só nascer de novo. Mas para isso, vou ter que segurar meu maior amor no colo.
Filho, só queria te dizer uma coisa: tudo de melhor que me tornei devo a você. Devo a você por sentir raiva, dor, por ser eu mesma e cada dia mais forte.
Porque só o amor é capaz de transformar e escrever uma história, que mesmo em linhas tortas, termina no céu.
Obrigada.
(e agradeço também a quem tem me ensinado a voar nessa “longa jornada”:
Rafa, por ser o amor maior da minha vida e Mingo, Mainha por ter se transformado junto comigo em uma avó cheia de sonhos. Meu pai pelo exemplo de homem e ternura que quero dar a meu filho. Pati pela doçura de irmã. Venina pelas terapias nas “manhãs” de terça, e por sempre me mostrar que posso ser mulher muito antes de ser mãe. A Circe, a grávida mais linda, que segurou a minha mão e me ensinou sobre uma maternidade tão linda e cheia de força.
A Iolanda e Camila, por representarem Deus sempre ao meu lado. A Junia pela esperança e certeza da felicidade e pela bondade. A Zé Roberto pelas palavras tão divinas e pelo maior aprendizado sobre perdão (que ainda vou demorar para colocar em prática). A Nah pela amizade compartilhada em dores e alegrias, a Liza e Carol, pela doçura sempre presente. A igor, pela amizade de sempre e pela compreensão. A todos pelo amor, o tempo todo.
"Minha gravidez foi uma surpresa, que a cada dia, se transforma em uma caixinha de surpresas".
http://www.janajoanajocker.blogspot.com/#!/2011/12/caixinha-de-mae.html)
Mãe: teoricamente a pré-fase em que tudo é cor-de-rosa. Mesmo que você esteja esperando um lindo menininho, repleto de tons de azuis.
Mas o que não sabemos é que a difícil arte de ser mãe já começa a ser difícil e ser arte muito antes de se realizar.
Não tenho autoridade para falar das dores e prazeres. Nem ainda segurei meu filho. Nem vi o rostinho mais rosado e bochechudo nascer.
Mas o que sei é que se “ser mãe” é realmente padecer no paraíso. Às vezes é necessário, muito antes, padecer, para assim, entrar no paraíso.
É essa a caixinha que tenho guardado por meses. Aprendizados. Lutas. Recomeços. Nenhum dia tem sido igual ao outro. Das emoções às surpresas de sentir o neném mais sapeca do mundo dar os seus primeiros pulos.
E que difícil são as emoções: a gente literalmente, padece. Claro. Nem toda experiência é igual. Aqui falo em tons que não são rosas. Talvez verdes, porque passei a detestar o azul ( e tenho motivos). E verde é esperança. Verde é meu Tiago.
O paraíso é verde, meu filho. Mas ninguém disse que ele é um sonho, em que de repente se abre os olhos e se vive entre sorrisos e calmaria.
No meu caso, foi longe de ser calmaria. Primeiro a total falta de chão.
Segundo, a pior fase: a queda. E ai, como doeu. Como as decepções ensinaram.
Como o chão é frio, machuca – assim como as pessoas - e dói.
Mas a boa notícia é que é uma fase. Assim como dividimos o nosso calendário em semanas, assim ficam nossos sentimentos. Semanalmente mudando.
Olhamos para a “décima sexta semana” e pensamos: parece que foi o ano passado. Tamanha é a transformação que essa viagem “gravídica” provoca na alma.
Parece que foi ontem que eu me deslumbrava entre roupinhas e imaginava um bebê como um sonho muito distante da realidade.
Parece que era ontem que eu não poderia decidir sobre meu próprio parto. Ou que eu achava que era o fim do mundo gerar um sentimento tão intenso de forma praticamente, sozinha.
Mas no fundo, estamos sós. Sempre. Sós nessa transformação para dentro de nós mesmos. A barriga cresce. Mas é o coração que se dilata.
Ainda não tenho uma caixinha que fala sobre a emoção de carregar um bebê. Ou das descobertas que só a intuição materna pode trazer.
Mas a intuição vem antes da maternidade. Antes, quando sonhei que estava grávida – na época em que mais que suspeita, isso era apenas medo – e realmente era verdade. Sonhei com um bebê perdido.
Verdade que sonhos esquisitos são recorrentes na gravidez. Esses mesmo que desenham nenéns que nascem antes do tempo . Pudera. Existe uma mãe nascendo “antes do tempo”, mas será?
E agora? Falei de duras penas. Falei de não ter chão. E falei da segunda fase de cair no chão.
Mas o que falta para entrar em uma nova fase? Uma nova etapa ainda contadas em semanas, e para ser clichê, um novo ano, em que já posso deslumbrar o paraíso de onde estou?
É difícil, mas dá para fazer um esforço.
Porque ser mãe é fazer o possível para ser uma pessoa melhor. Se perdemos o chão, aprendemos a voar. Não como super-heroínas que tentamos ser.
Somos mais do que nunca, nós mesmas. Porque já não dá para esconder sentimentos o tempo inteiro. Já não dá para aceitar quem diz “ não chore porque seu filho sente”. Você não sabe do que está falando…
Eu já sentia. Não é verdade. Meu filho sente quem eu sou. Meu filho me escolheu e sabe que juntos vamos nos fortalecendo. E pra que esconder o que temos de mais digno que é um sentimento?
Não dá para chegar ao paraíso sem antes viver cada alegria. Cada lágrima.Cada dificuldade. Faz parte da nossa história enfrentar. Não somos nós mesmos quando fugimos.
Cheguei em uma nova fase. Tá quase lá. É quase uma borboleta. O caminho está ficando cada vez mais verde, e consequentemente, mais puro.
Já não sinto nenhum chão. De novo? Posso apenas estar deslumbrando um novo vôo. E aprender a voar, ai, machuca.
Mas se já padeci, é porque conquistei a força de ser mãe. Agora, é só nascer de novo. Mas para isso, vou ter que segurar meu maior amor no colo.
Filho, só queria te dizer uma coisa: tudo de melhor que me tornei devo a você. Devo a você por sentir raiva, dor, por ser eu mesma e cada dia mais forte.
Porque só o amor é capaz de transformar e escrever uma história, que mesmo em linhas tortas, termina no céu.
Obrigada.
(e agradeço também a quem tem me ensinado a voar nessa “longa jornada”:
Rafa, por ser o amor maior da minha vida e Mingo, Mainha por ter se transformado junto comigo em uma avó cheia de sonhos. Meu pai pelo exemplo de homem e ternura que quero dar a meu filho. Pati pela doçura de irmã. Venina pelas terapias nas “manhãs” de terça, e por sempre me mostrar que posso ser mulher muito antes de ser mãe. A Circe, a grávida mais linda, que segurou a minha mão e me ensinou sobre uma maternidade tão linda e cheia de força.
A Iolanda e Camila, por representarem Deus sempre ao meu lado. A Junia pela esperança e certeza da felicidade e pela bondade. A Zé Roberto pelas palavras tão divinas e pelo maior aprendizado sobre perdão (que ainda vou demorar para colocar em prática). A Nah pela amizade compartilhada em dores e alegrias, a Liza e Carol, pela doçura sempre presente. A igor, pela amizade de sempre e pela compreensão. A todos pelo amor, o tempo todo.
"Minha gravidez foi uma surpresa, que a cada dia, se transforma em uma caixinha de surpresas".
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
domingo, 11 de dezembro de 2011
9 de junho de 2011
"Descobertas em um folha de papel em branco. Ainda que não sejam uma folha de papel"
Da série: "onde você estava esse tempo todo?"
(das maiores mentiras e fingimentos do ano)
Da série: "onde você estava esse tempo todo?"
(das maiores mentiras e fingimentos do ano)
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
meu bebê
De todo pranto, a força.
Do medo se fez amor.
Da menina, a mulher mais determinada do mundo.
Da chuva de cada madrugada, um brilho no olhar.
De toda nuvem por trás do sol, um riso escondido.
De cada toque na barriga, o coração saindo pelos poros.
De cada mudança, um novo começo.
Do começo, o fim: é amor.
:)
Do medo se fez amor.
Da menina, a mulher mais determinada do mundo.
Da chuva de cada madrugada, um brilho no olhar.
De toda nuvem por trás do sol, um riso escondido.
De cada toque na barriga, o coração saindo pelos poros.
De cada mudança, um novo começo.
Do começo, o fim: é amor.
:)
domingo, 4 de dezembro de 2011
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
terça-feira, 29 de novembro de 2011
sábado, 26 de novembro de 2011
Carta de 22 semanas
Meu amor,
Queria te dizer uma coisa. Acabei de ler em um lindo email que "a criança é quem escolhe onde vai nascer e sabe muito bem o que a espera". E me sinto feliz em chegar à metade de um caminho, que com certeza, vai ter o final mais lindo de todos.
Ou melhor: "um começo-final". Porque hoje, posso dizer que você pode, sim, esperar o melhor de mim. Como mãe, como mulher, e porque não: como menina.
Foi esperando por você que aprendi a viver em toda a intensidade do curso real que é a vida. Aprendi a me descobrir de uma forma tão intensa, que mesmo depois de tudo que "passamos", mesmo por vezes querendo tirar o coração fora do peito, eu passaria novamente. Sim, verdade. Não é toda mulher que tem o privilégio de ver mais que uma mãe - uma linda mulher nascer.
É lindo acordar e saber que nosso coração está batendo junto nesse curso. É lindo me descobrir bonita de uma forma diferente. É lindo não me sentir vazia, pois estou cheia de amor - do teu amor. É lindo ver a forma como tudo está sincronizado: se estou rindo, o teu ritmo dentro de mim é de alegria, pula que nem pipoca. A mesma pipoca que fez você mexer em Recife.
É lindo chorar, me sentir magoada, injustiçada e ver você chutando delicadamente, como quem diz: estou aqui, mamãe. Estou aqui para te consolar. E juntos somos um só e nada mais importa.
Porque nossa felicidade não é uma festa embriagada. Nossa ritmo vem de uma festa linda no céu. É o puro estado de graça. O amor mais autêntico da vida.
Tua força me motiva e minha força te faz viver. Por você, mudo meus planos. Pra você, dou a família mais terna do mundo. Perto do céu azul. Perto dos sorrisos de domingo. Do dengo de quem passou a viver esses meses intensamente comigo.
Não vejo a hora de ver teu primeiro olhar. De acompanhar teu primeiro sorriso. De ver você na prainha com vovô. O nosso lugar.
E sabe de uma coisa: o meu lugar. O lugar que só redescobri com a tua ajuda. E por isso, te agradeço.
Te agradeço por fazer me encontrar em minha essência. Por redescobrir esse amor e saber onde está meu caminho: nosso lar.
Chegamos à metade de um caminho lindo. Passamos por desafios, dores, por almas vazias, pessoas que só existiram para nos machucar, por julgamentos duros, por acusações. Mas passamos. E nada mais nos fará cair, desistir ou voltar atrás.
E passamos, passamos. E vamos passar. Sempre juntos.
Meu amor. Não vou dizer que foi fácil, mas posso dizer que vai ser a melhor coisa do mundo. Conhecemos as pessoas mais lindas do mundo. Ouvimos as histórias mais incríveis. Descobrimos um significado tão profundo da vida, que isso só poderia ser escrito por Deus.
Foi exatamente ele quem escreveu a nossa história.
Meu amor,
obrigada pelo carinho na barriga de todo dia.
Obrigada pelo amor mais puro, sincero e real. Obrigada por guiar meus passos para voltar ao início de tudo - ao lugar e à pureza.
Você ainda vai descobrir o mundo. E pode ter certeza: vai ser o mundo que você me ajudou a descobrir.
=)
Queria te dizer uma coisa. Acabei de ler em um lindo email que "a criança é quem escolhe onde vai nascer e sabe muito bem o que a espera". E me sinto feliz em chegar à metade de um caminho, que com certeza, vai ter o final mais lindo de todos.
Ou melhor: "um começo-final". Porque hoje, posso dizer que você pode, sim, esperar o melhor de mim. Como mãe, como mulher, e porque não: como menina.
Foi esperando por você que aprendi a viver em toda a intensidade do curso real que é a vida. Aprendi a me descobrir de uma forma tão intensa, que mesmo depois de tudo que "passamos", mesmo por vezes querendo tirar o coração fora do peito, eu passaria novamente. Sim, verdade. Não é toda mulher que tem o privilégio de ver mais que uma mãe - uma linda mulher nascer.
É lindo acordar e saber que nosso coração está batendo junto nesse curso. É lindo me descobrir bonita de uma forma diferente. É lindo não me sentir vazia, pois estou cheia de amor - do teu amor. É lindo ver a forma como tudo está sincronizado: se estou rindo, o teu ritmo dentro de mim é de alegria, pula que nem pipoca. A mesma pipoca que fez você mexer em Recife.
É lindo chorar, me sentir magoada, injustiçada e ver você chutando delicadamente, como quem diz: estou aqui, mamãe. Estou aqui para te consolar. E juntos somos um só e nada mais importa.
Porque nossa felicidade não é uma festa embriagada. Nossa ritmo vem de uma festa linda no céu. É o puro estado de graça. O amor mais autêntico da vida.
Tua força me motiva e minha força te faz viver. Por você, mudo meus planos. Pra você, dou a família mais terna do mundo. Perto do céu azul. Perto dos sorrisos de domingo. Do dengo de quem passou a viver esses meses intensamente comigo.
Não vejo a hora de ver teu primeiro olhar. De acompanhar teu primeiro sorriso. De ver você na prainha com vovô. O nosso lugar.
E sabe de uma coisa: o meu lugar. O lugar que só redescobri com a tua ajuda. E por isso, te agradeço.
Te agradeço por fazer me encontrar em minha essência. Por redescobrir esse amor e saber onde está meu caminho: nosso lar.
Chegamos à metade de um caminho lindo. Passamos por desafios, dores, por almas vazias, pessoas que só existiram para nos machucar, por julgamentos duros, por acusações. Mas passamos. E nada mais nos fará cair, desistir ou voltar atrás.
E passamos, passamos. E vamos passar. Sempre juntos.
Meu amor. Não vou dizer que foi fácil, mas posso dizer que vai ser a melhor coisa do mundo. Conhecemos as pessoas mais lindas do mundo. Ouvimos as histórias mais incríveis. Descobrimos um significado tão profundo da vida, que isso só poderia ser escrito por Deus.
Foi exatamente ele quem escreveu a nossa história.
Meu amor,
obrigada pelo carinho na barriga de todo dia.
Obrigada pelo amor mais puro, sincero e real. Obrigada por guiar meus passos para voltar ao início de tudo - ao lugar e à pureza.
Você ainda vai descobrir o mundo. E pode ter certeza: vai ser o mundo que você me ajudou a descobrir.
=)
sonho de Deus
"porque toda injustiça que passaste e ainda passas... por toda paciência que tiveste... pela força, pelo medo que virou amor.
tudo isso vai ser um motivo a mais de alegria".
tudo isso vai ser um motivo a mais de alegria".
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Da despedia
Falta pouco para começarmos uma nova história.
Um lugar tranquilo, bem longe daqui. E só o amor pode chegar lá.
(chega novo ano...)
Um lugar tranquilo, bem longe daqui. E só o amor pode chegar lá.
(chega novo ano...)
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Mudanças
Menina que vira mãe:
É uma transformção tão bonita e incrível quanto a paixão que vira amor. :)
É uma transformção tão bonita e incrível quanto a paixão que vira amor. :)
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Tiaguinho e praia!
Você traz a calma que só o amor pode sentir.
Só o mar em seus dias mais bonitos.
Aqueles dias em que ele reflete o sol,
depois de passar por dias agitados.
É por isso que agora, eu amo praia.
( Aliás, a gente ama. )
Só o mar em seus dias mais bonitos.
Aqueles dias em que ele reflete o sol,
depois de passar por dias agitados.
É por isso que agora, eu amo praia.
( Aliás, a gente ama. )
Olhos quadrados
09/01/09
(perdido no e-mail. Alterado hoje)
De todos os curtos prazeres da vida daquele menina de olhos quadrados, o melhor deles era jogar granulado de brigadeiro no chão.
Era interessante ver como o seu dia podia mudar quando ela ainda acompanhava com seu olhar aquelas bolinhas, que sem brigadeiro, não pareciam ter significado algum.
É. Talvez alguém confundisse com um resto de purpurina de festa de criança, com partes de brinquedos mastigados, ou até com fragmentos de algum lápis perdido por aí.
Só a menina dos olhos quadrados poderia perceber um granulado colorido no chão.
E que beleza aquilo tinha no seu dia.
E isso só poderia ser comparado ao sorriso em um dia triste.
Porque desde que conheceu um pouco da tristeza, o que não era muito comum na sua idade, a menina dos olhos quadrados descobriu os pequenos instantes de felicidade.
Descobriu que o "quase" fazia sentido na sua vida. E que um sorriso de lado é mais latente do que sem graça. E sem graça ela ficava, quando sentia que fazia alguém feliz.
Ela viu que podia ser feliz com pouco. Janelas, por exemplo. Para ela, janelas tinham um significado especial. De certa forma, elas formavam uma espécie de moldura para sua felicidade.
Porque a menina dos olhos quadrados via o mundo assim, através da sua própria janela. Era perigoso ter os olhos com essas formas. Era como se expor ao mundo de uma forma meio esquisita. Aquela mesma de jogar o granulado no chão, disperso, sem destino, porém com alguma sina.
Já deu para notar que a menina dos olhos quadrados adorava janelas. Sempre que estava indecisa, ficava bem pertinho delas, e quando conseguia descobrir se estava mais para o lado de fora, ou um pouco mais para dentro, ela finalmente, podia fazer o que o seu coração mandasse.
Só que nem sempre fazer o que o coração manda é fazer a coisa certa. Mas ao mesmo tempo, ela não podia mandar no coração. Oha que coisa mais esquisita: manda, não manda. não manda, manda. Como pode?
ah. E dentro dos curtos prazeres do sorriso-moldura, ela descobriu que fechando os olhos, podia perder a forma das estrelas. Assim, como as luzes dos postes. Aliás, como duas coisas tão diferentes podiam ser tão parecidas? ( isso também funciona com pessoas)
Postes e estrelas. Pessoas diferentes, porém iguais: Juntos, eram como sílbas sem sentido formando palavras bonitas.
Por falar nisso, como o granulado podia ser tão bonitinho, com um nome tão infeliz?
Foi aí que a menina descobriu que o brigadeiro sem rosto de granulado não tinha tanta graça.
Bom mesmo era comer na janela, enquanto as bolinhas coloridas caissem lá embaixo, bem longe, onde ela não pudesse ver.
O céu poderia virar uma ávore de natal. E toda vez que ela o acendesse com o granulado coloridinho, essa menina podia ser feliz.
Mas é sorriso de quem já consegue se ver do outro lado da janela.
Já fora dos seus olhos. E ainda mais perto de outro céu.
Bem perto de outra alma.
Na verdade, os seus olhos eram uma janelinha com vista para outro céu.
(o teu céu...)
(perdido no e-mail. Alterado hoje)
De todos os curtos prazeres da vida daquele menina de olhos quadrados, o melhor deles era jogar granulado de brigadeiro no chão.
Era interessante ver como o seu dia podia mudar quando ela ainda acompanhava com seu olhar aquelas bolinhas, que sem brigadeiro, não pareciam ter significado algum.
É. Talvez alguém confundisse com um resto de purpurina de festa de criança, com partes de brinquedos mastigados, ou até com fragmentos de algum lápis perdido por aí.
Só a menina dos olhos quadrados poderia perceber um granulado colorido no chão.
E que beleza aquilo tinha no seu dia.
E isso só poderia ser comparado ao sorriso em um dia triste.
Porque desde que conheceu um pouco da tristeza, o que não era muito comum na sua idade, a menina dos olhos quadrados descobriu os pequenos instantes de felicidade.
Descobriu que o "quase" fazia sentido na sua vida. E que um sorriso de lado é mais latente do que sem graça. E sem graça ela ficava, quando sentia que fazia alguém feliz.
Ela viu que podia ser feliz com pouco. Janelas, por exemplo. Para ela, janelas tinham um significado especial. De certa forma, elas formavam uma espécie de moldura para sua felicidade.
Porque a menina dos olhos quadrados via o mundo assim, através da sua própria janela. Era perigoso ter os olhos com essas formas. Era como se expor ao mundo de uma forma meio esquisita. Aquela mesma de jogar o granulado no chão, disperso, sem destino, porém com alguma sina.
Já deu para notar que a menina dos olhos quadrados adorava janelas. Sempre que estava indecisa, ficava bem pertinho delas, e quando conseguia descobrir se estava mais para o lado de fora, ou um pouco mais para dentro, ela finalmente, podia fazer o que o seu coração mandasse.
Só que nem sempre fazer o que o coração manda é fazer a coisa certa. Mas ao mesmo tempo, ela não podia mandar no coração. Oha que coisa mais esquisita: manda, não manda. não manda, manda. Como pode?
ah. E dentro dos curtos prazeres do sorriso-moldura, ela descobriu que fechando os olhos, podia perder a forma das estrelas. Assim, como as luzes dos postes. Aliás, como duas coisas tão diferentes podiam ser tão parecidas? ( isso também funciona com pessoas)
Postes e estrelas. Pessoas diferentes, porém iguais: Juntos, eram como sílbas sem sentido formando palavras bonitas.
Por falar nisso, como o granulado podia ser tão bonitinho, com um nome tão infeliz?
Foi aí que a menina descobriu que o brigadeiro sem rosto de granulado não tinha tanta graça.
Bom mesmo era comer na janela, enquanto as bolinhas coloridas caissem lá embaixo, bem longe, onde ela não pudesse ver.
O céu poderia virar uma ávore de natal. E toda vez que ela o acendesse com o granulado coloridinho, essa menina podia ser feliz.
Mas é sorriso de quem já consegue se ver do outro lado da janela.
Já fora dos seus olhos. E ainda mais perto de outro céu.
Bem perto de outra alma.
Na verdade, os seus olhos eram uma janelinha com vista para outro céu.
(o teu céu...)
terça-feira, 22 de novembro de 2011
diálogo fofinho
- te dou um beijo se você adivinhar o que tem nas minhas mãos.
- é amor?
- ninguém pose segurar o amor, seu burrinho.
- saudade?
- se eu sentisse saudade, ela não caberia em uma só mão.
- é um segredo?
- de certa forma, sim.
- é um beijo?
- (a menina corou) adivinhou. E agora?
- Mas você disse que não podia segurar o amor. ( o menino corou)
- isso foi uma declaração?
- de certa forma, sim.
O menino deu um beijo na bochecha mais vermelha do mundo e foi embora com as duas mãos fechadas.
Dessa vez, o segredo era saudade.
- é amor?
- ninguém pose segurar o amor, seu burrinho.
- saudade?
- se eu sentisse saudade, ela não caberia em uma só mão.
- é um segredo?
- de certa forma, sim.
- é um beijo?
- (a menina corou) adivinhou. E agora?
- Mas você disse que não podia segurar o amor. ( o menino corou)
- isso foi uma declaração?
- de certa forma, sim.
O menino deu um beijo na bochecha mais vermelha do mundo e foi embora com as duas mãos fechadas.
Dessa vez, o segredo era saudade.
trecho do conto "amar-elo"
"Ah já sei. Amor platônico é isso. É algo que está tão longe que a gente não consegue ver.Não pode pegar, não pode sentir. O que essa menina não descobrira ainda, afinal ela era muito nova, era que longe pode significar perto, quando são as almas que se tocam."
é pra sempre
Não era amor quando a perna tremia, porque ninguém consegue caminhar assim por muito tempo.
não era amor quando o coração batia a ponto de deixar a alma sem ar.
já viu balão voar sem ar?
não era amor quando a saudade sufocava.
quem tem que apertar é o abraço, não a saudade.
mas era amor quando eu pensava em paz, sorrisos e brigadeiro.
quando a calma parecia o mar em seus dias mais bonitos.
e quando eu olhava para o horizonte e pensava no caminho para chegar até você.
" que seja reto e nunca mais torto".
era amor quando via cada neném e imaginava tua ternura.
é amor. E é pra sempre.
não era amor quando o coração batia a ponto de deixar a alma sem ar.
já viu balão voar sem ar?
não era amor quando a saudade sufocava.
quem tem que apertar é o abraço, não a saudade.
mas era amor quando eu pensava em paz, sorrisos e brigadeiro.
quando a calma parecia o mar em seus dias mais bonitos.
e quando eu olhava para o horizonte e pensava no caminho para chegar até você.
" que seja reto e nunca mais torto".
era amor quando via cada neném e imaginava tua ternura.
é amor. E é pra sempre.
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
domingo, 13 de novembro de 2011
94 dias.
E quando a gente for embora, vai ser tarde demais. Pra você, vai estar escuro.
Mas pra gente, a lua já vai estar pronta pra ser feliz :)
Mas pra gente, a lua já vai estar pronta pra ser feliz :)
sábado, 12 de novembro de 2011
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
terça-feira, 1 de novembro de 2011
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Um novo caminho
E quando os sentimentos escolhem o caminho?
O futuro é uma casinha tão distante que só o amor, com todas as suas sutilezas, conseguirá chegar. O futuro é de nós dois. E só.
O futuro é uma casinha tão distante que só o amor, com todas as suas sutilezas, conseguirá chegar. O futuro é de nós dois. E só.
Carinho
Quando o comentário é mais importante que o post. =)
O comentário do post passado foi tão lindo que só tenho que agradecer.
<3 Amanda.
O comentário do post passado foi tão lindo que só tenho que agradecer.
<3 Amanda.
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Quando o limite é o ponto final.
O desejo é estar longe/
Que a distância aumente a ponto de virar "nunca".
Nunca mais.
Que a distância aumente a ponto de virar "nunca".
Nunca mais.
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Azul
Nem tudo é azul.
"A cor da vida não é azul. E sim suor, esforço, amor, bondade, apoio e carinho".
(obrigada por essas palavras, painho!)
"A cor da vida não é azul. E sim suor, esforço, amor, bondade, apoio e carinho".
(obrigada por essas palavras, painho!)
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Cócegas na barriga, amor na alma.
Tua primeira dancinha dentro de mim foi como chegar no céu.
E foi Deus quem cantou pra gente.
(Registrado em 20 de outubro, às 22h, junto de pessoas amorosas e especiais, minha nova família: Pr. Zé Roberto, Rev. Eudes, Cris, Mariluce, Cássia, Ahiran <3)
E foi Deus quem cantou pra gente.
(Registrado em 20 de outubro, às 22h, junto de pessoas amorosas e especiais, minha nova família: Pr. Zé Roberto, Rev. Eudes, Cris, Mariluce, Cássia, Ahiran <3)
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Para você, que guarda sonhos em um papel.
Deixa estar.
Como se nada tivesse acontecido.
Como se nunca tivesse chovido.
Ou não. Faz de conta que o chão não ficou molhado.
Deixa estar como quem finge que nuvem é algodão doce só para sentir o gostinho do céu.
Deixa estar. Me deixa no estado de graça e faz do teu riso sem graça, minha graça, minha alma. Meu descanso.
Deixa estar como quem segue borboletas para não chegar a lugar nenhum.
Deixa, mas não me deixa.
Onde estiveres sorrindo, eu vou estar.
Deixar estar como se não houvesse nenhum erro.
Como se nosso choro tivesse escorrido em uma janela, que agora deixa o sol entrar.
Deixa estar.
Deixa teu sorriso dentro de uma caixa onde guardo todos os meus anéis.
Porque ele não vai ter fim.
E a cada dia, vai segurar minha mão, como quem procura um laço, um vínculo, um afeto.
Deixa estar.
Me deixa escrever até amanhecer.
Até eu saber que, finalmente, um novo dia começou.
E deixa estar, como quem sonha para não dormir.
Porque você diz que sou boba.
Mas você não sabe que é sonhando que a nossa alma desperta.
E todos dormem.
e deixa estar.
Porque eu sempre vou estar,
Onde tu deixar o teu coração.
(trilha sonora: "Let it be" para bebês, seguida de "Friday I'm in love, também para bebês.
Como se nada tivesse acontecido.
Como se nunca tivesse chovido.
Ou não. Faz de conta que o chão não ficou molhado.
Deixa estar como quem finge que nuvem é algodão doce só para sentir o gostinho do céu.
Deixa estar. Me deixa no estado de graça e faz do teu riso sem graça, minha graça, minha alma. Meu descanso.
Deixa estar como quem segue borboletas para não chegar a lugar nenhum.
Deixa, mas não me deixa.
Onde estiveres sorrindo, eu vou estar.
Deixar estar como se não houvesse nenhum erro.
Como se nosso choro tivesse escorrido em uma janela, que agora deixa o sol entrar.
Deixa estar.
Deixa teu sorriso dentro de uma caixa onde guardo todos os meus anéis.
Porque ele não vai ter fim.
E a cada dia, vai segurar minha mão, como quem procura um laço, um vínculo, um afeto.
Deixa estar.
Me deixa escrever até amanhecer.
Até eu saber que, finalmente, um novo dia começou.
E deixa estar, como quem sonha para não dormir.
Porque você diz que sou boba.
Mas você não sabe que é sonhando que a nossa alma desperta.
E todos dormem.
e deixa estar.
Porque eu sempre vou estar,
Onde tu deixar o teu coração.
(trilha sonora: "Let it be" para bebês, seguida de "Friday I'm in love, também para bebês.
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
A canção mais suave que já ouvi
(16 semanas e 3 dias)
As letras dizem o que eu há muito eu não sentia.
Eu e você.
Aqui estamos, juntos.
Chorando juntos, sorrindo.
Sentindo saudade.
Sentindo um amor que só cresce.
Porque cada dia fica pequeno pro tamanho do nosso coração.
Cresce o teu, cada vez. E junto, aumenta o meu amor.
Incha, coração.
Mas é de ternura e doçura.
Amor que vai ganhando espaço.
Que vai se acomodando, sem pensar em ir embora.
Vai transformando.
Vai escrevendo uma nova história, que agora, vira música.
E com essa canção, eu durmo toda noite.
É esperança.
É certeza da felicidade.
É uma realidade, que no início, trouxe lágrimas, mas aos poucos vira sonho.
Porque no fundo é isso:
Te amar a cada dia mais é transformar a realidade em um sonho.
E para a gente nunca acordar desse sonho, vou escrever a canção mais linda de ninar.
De amar.
De dormir com teu abraço.
porque amar é abraçar o coração. Pra sempre.
<3
As letras dizem o que eu há muito eu não sentia.
Eu e você.
Aqui estamos, juntos.
Chorando juntos, sorrindo.
Sentindo saudade.
Sentindo um amor que só cresce.
Porque cada dia fica pequeno pro tamanho do nosso coração.
Cresce o teu, cada vez. E junto, aumenta o meu amor.
Incha, coração.
Mas é de ternura e doçura.
Amor que vai ganhando espaço.
Que vai se acomodando, sem pensar em ir embora.
Vai transformando.
Vai escrevendo uma nova história, que agora, vira música.
E com essa canção, eu durmo toda noite.
É esperança.
É certeza da felicidade.
É uma realidade, que no início, trouxe lágrimas, mas aos poucos vira sonho.
Porque no fundo é isso:
Te amar a cada dia mais é transformar a realidade em um sonho.
E para a gente nunca acordar desse sonho, vou escrever a canção mais linda de ninar.
De amar.
De dormir com teu abraço.
porque amar é abraçar o coração. Pra sempre.
<3
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Para Alice
Uma pequena homenagem para Alice Maciel, uma "leitora" do blog que não conheço. Mas hoje iluminou meu dia ao dizer que adora o blog, tecendo o mais fofo elogio do mundo: ela atribuiu ao blog o poder de expressar sentimentos únicos, e a mim, o dom de tocar corações. (lindo)
Escrever também é esvaziar o coração para poder encher muitos outros de amor.
Mas, hoje, foi Alice quem tocou meu coração ao me escrever, dando coragem e disposição para continuar iluminando tanta gente. Assim como ela iluminou meu dia.
Obrigada, Alice. =*
<3
Escrever também é esvaziar o coração para poder encher muitos outros de amor.
Mas, hoje, foi Alice quem tocou meu coração ao me escrever, dando coragem e disposição para continuar iluminando tanta gente. Assim como ela iluminou meu dia.
Obrigada, Alice. =*
<3
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
é preciso ser criança para virar mãe.
(15 semanas e 3 dias)
porque aquela historinha que vou te contar mil vezes sempre vai ter um final feliz.
e na sua pequena cabecinha, só existe final feliz.
e na minha, agora, também.
porque só você foi capaz de me convencer que existem milagres.
afinal, como o mundo pode ser tão cor-de-rosa como você pensa, se o céu hoje resolveu ser cinza?
ai você vai querer um cavalo de presente, mas vai ter que se contentar com um carrossel.
e o melhor de tudo é que vai achar que está ganhando: afinal, um carrossel tem muito mais cavalos do que eu poderia te dar.
e você vai me convencer , novamente, de que realmente existem anjos. São eles que permitem que passarinhos machucados ou borboletas debilitadas possam voltar a voar.
são eles que estão segurando as asas de cada um desses bichinhos, até que eles voltem a ter segurança.
é como machucar alguém: para conquistar a confiança de novo, você segura a mão dessa pessoa por muito tempo.
em outras palavras: até que a asa - coração- machucado possa permitir um novo vôo.
claro que o anjo é mais discreto. ninguém está vendo ele voando.
o mesmo não acontece com as pessoas.
mas o que não sabemos é que quando duas pessoas dão as mãos para tentar caminhar juntas novamente - mesmo depois de tanta dor- existe uma força invisível que assim como o anjo é capaz de mover o céu.
o nome disso é amor.
e para amar, não é preciso muito. só um pouco de dedicação.
e quando existe amor, todos os caminhos se abrem.
é como se o céu estivesse no chão. e mesmo que o caminho seja árduo, a gente ganha sapatos de algodão que cabem exatamente nos nossos pés.
e os caminhos não significam escolhas. e sim, possibilidades. ou quando você escolhe um sorvete de flocos, acha que perdeu o de chocolate?
Na verdade, a gente só deixa outra parte da felicidade para depois.
E para a felicidade, depois nunca é tarde.
Porque, por mais que o dia amanheça triste várias vezes, e por mais que o céu cinza te deixe sem esperança, pode ter certeza de que quando a felicidade chegar,
a gente vai ver e sentir que o tempo não era nada.
era só um caminho obrigatório, que não aceitaria nenhum tipo de atalho.
enfim. vamos chegar lá e virar crianças novamente.
não vai ser tarde para dar as mãos.
vai ser a hora exata que a esperança marcou para nos fazer acreditar em anjos, felicidade e no amor mais puro que possa existir.
ele vai estar em nossos braços.
(de criança, virei mãe. e de mãe, voltei a ser criança)
porque aquela historinha que vou te contar mil vezes sempre vai ter um final feliz.
e na sua pequena cabecinha, só existe final feliz.
e na minha, agora, também.
porque só você foi capaz de me convencer que existem milagres.
afinal, como o mundo pode ser tão cor-de-rosa como você pensa, se o céu hoje resolveu ser cinza?
ai você vai querer um cavalo de presente, mas vai ter que se contentar com um carrossel.
e o melhor de tudo é que vai achar que está ganhando: afinal, um carrossel tem muito mais cavalos do que eu poderia te dar.
e você vai me convencer , novamente, de que realmente existem anjos. São eles que permitem que passarinhos machucados ou borboletas debilitadas possam voltar a voar.
são eles que estão segurando as asas de cada um desses bichinhos, até que eles voltem a ter segurança.
é como machucar alguém: para conquistar a confiança de novo, você segura a mão dessa pessoa por muito tempo.
em outras palavras: até que a asa - coração- machucado possa permitir um novo vôo.
claro que o anjo é mais discreto. ninguém está vendo ele voando.
o mesmo não acontece com as pessoas.
mas o que não sabemos é que quando duas pessoas dão as mãos para tentar caminhar juntas novamente - mesmo depois de tanta dor- existe uma força invisível que assim como o anjo é capaz de mover o céu.
o nome disso é amor.
e para amar, não é preciso muito. só um pouco de dedicação.
e quando existe amor, todos os caminhos se abrem.
é como se o céu estivesse no chão. e mesmo que o caminho seja árduo, a gente ganha sapatos de algodão que cabem exatamente nos nossos pés.
e os caminhos não significam escolhas. e sim, possibilidades. ou quando você escolhe um sorvete de flocos, acha que perdeu o de chocolate?
Na verdade, a gente só deixa outra parte da felicidade para depois.
E para a felicidade, depois nunca é tarde.
Porque, por mais que o dia amanheça triste várias vezes, e por mais que o céu cinza te deixe sem esperança, pode ter certeza de que quando a felicidade chegar,
a gente vai ver e sentir que o tempo não era nada.
era só um caminho obrigatório, que não aceitaria nenhum tipo de atalho.
enfim. vamos chegar lá e virar crianças novamente.
não vai ser tarde para dar as mãos.
vai ser a hora exata que a esperança marcou para nos fazer acreditar em anjos, felicidade e no amor mais puro que possa existir.
ele vai estar em nossos braços.
(de criança, virei mãe. e de mãe, voltei a ser criança)
sonhos
fui com tanta pressa encontrar você que me esqueci de levar junto.
Olhei para a hora e já era tarde demais para me buscar.
onde?
não sei.
talvez eu algum sonho que se chamasse melancolia.
talvez em algum futuro que se chame saudade.
mas voce nunca notou que eu não estava lá.
talvez porque você tinha se esquecido também de si mesmo.
juntos estávamos sonhando no mesmo lugar.
sonhos que quando a gente acorda esquece o que aconteceu.
só sei que era bom.
e agora, virou lembrança.
Olhei para a hora e já era tarde demais para me buscar.
onde?
não sei.
talvez eu algum sonho que se chamasse melancolia.
talvez em algum futuro que se chame saudade.
mas voce nunca notou que eu não estava lá.
talvez porque você tinha se esquecido também de si mesmo.
juntos estávamos sonhando no mesmo lugar.
sonhos que quando a gente acorda esquece o que aconteceu.
só sei que era bom.
e agora, virou lembrança.
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
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